Cabeçalho site

Psicoterapeuta especialista em narcisismo e borderline desde 2012.

Por que dizemos “estou bem” quando não estamos?

Por que dizemos estou bem quando não estamos?

Estratégias práticas para lidar com ansiedade, fortalecer autoestima e alcançar bem-estar emocional com apoio psicológico.




Em algum momento da vida, todos nós enfrentamos situações em que pensamos: “Eu não estou bem psicologicamente”. Essas situações variam de dias difíceis a períodos prolongados de tristeza ou ansiedade. É importante reconhecer que, mesmo nos momentos mais difíceis, há ferramentas e estratégias que podem ajudar a recuperar o equilíbrio emocional e a resiliência.

Ficar bem é um processo que envolve autoconhecimento, dedicação e, muitas vezes, suporte especializado. Quando não estamos bem, compreender as causas desse desconforto pode ser o primeiro passo para encontrar soluções efetivas.

Às vezes, uma abordagem simples, como técnicas de respiração ou mudanças na rotina, fazem uma diferença significativa.


Como saber se é ansiedade ou algo mais sério?

A ansiedade é uma emoção comum que se desencadeada por desafios do dia a dia. No entanto, quando se torna persistente, interfere na rotina e provoca sintomas físicos intensos, é importante avaliar se não se trata de um transtorno de ansiedade. O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) destaca critérios como preocupação excessiva, dificuldade para controlar os pensamentos ansiosos e impacto funcional significativo.

Sinais comuns de ansiedade

  • Palpitações, falta de ar e sensação de sufocamento.
  • Preocupação constante com problemas futuros.
  • Irritabilidade e dificuldade de concentração.

Exemplos reais

Joana, uma jovem universitária, percebeu que sua ansiedade a impedia de realizar provas. Após uma avaliação psicológica, foi diagnosticada com transtorno de ansiedade generalizada. Ao iniciar a terapia, aprendeu técnicas para gerenciar pensamentos catastróficos, o que melhorou seu desempenho acadêmico.

Quando o desconforto vai além do controle, buscar um Psicólogo é um passo essencial. Avaliar sintomas com um especialista ajuda a diferenciar emoções transitórias de algo mais sério.


O fazer para melhorar sua autoestima?

A autoestima influencia diretamente como nos sentimos sobre nós mesmos e nosso lugar no mundo. Quando pensamos “não tô bem”, é útil trabalhar na construção de uma imagem pessoal positiva.

Estratégias para fortalecer a autoestima

  1. Identificar pensamentos negativos: Use um diário para registrar momentos de autocrítica e substituí-los por afirmações positivas.
  2. Celebrar pequenas conquistas: Reconheça cada avanço, por menor que seja.
  3. Praticar o autocuidado: Alimentação equilibrada, sono adequado e atividades físicas podem melhorar a percepção de si mesmo.

Exemplo inspirador

Carlos, um profissional de 35 anos, sentia-se inadequado no trabalho. Ao participar de um grupo de apoio e adotar uma rotina de autocuidado, começou a perceber suas qualidades e a confiar mais em suas capacidades.

Ao buscar elevar sua autoestima, você está investindo na base emocional para enfrentar os desafios da vida.


Como lidar com uma crise de ansiedade ou pânico?

Uma crise de ansiedade pode ser assustadora, mas existem técnicas eficazes para recuperar o controle. Quando você pensa: “Eu não estou bem psicologicamente”, é importante lembrar que a crise não dura para sempre.

Leia também:

Passos práticos durante a crise

  1. Técnicas de respiração: Inspire profundamente por quatro segundos, segure por quatro segundos e expire lentamente por seis.
  2. Encontre um foco: Observe um objeto ao seu redor e descreva-o em detalhes para redirecionar sua mente.
  3. Aceitação: Reconheça a crise como passageira e pratique a autocompaixão.

Caso real

Ana, 28 anos, enfrentava crises recorrentes no trabalho. Ao aprender técnicas de respiração e praticar mindfulness, conseguiu reduzir a frequência das crises e retomar a confiança.

Administrar crises emocionais requer prática, mas cada esforço é um passo em direção ao equilíbrio.


Quais atividades aliviam a tristeza ou o estresse?

Quando a tristeza ou o estresse dominam, adotar atividades que promovam bem-estar será transformador. Práticas simples, mas consistentes, têm o poder de aliviar o sofrimento emocional.

Atividades benéficas

  1. Exercícios Físicos: Uma caminhada ao ar livre pode liberar endorfinas e melhorar o humor.
  2. Arte Terapia: Pintar, desenhar ou escrever ajuda a expressar sentimentos.
  3. Voluntariado: Ajudar os outros fortalece o senso de propósito.

Exemplo prático

Marcela sentia-se sobrecarregada após perder o emprego. Participar de aulas de dança não apenas melhorou seu humor, mas também ampliou sua rede de apoio social.

Quando não estamos bem, incorporar essas atividades à rotina pode trazer alívio e abrir espaço para a esperança.


Exercícios físicos realmente ajudam a melhorar o humor?

Sim! Estudos mostram que a atividade física regular reduz os níveis de estresse, melhora o sono e aumenta a autoestima. O movimento ativa neurotransmissores como a dopamina e a serotonina, fundamentais para o bem-estar.

Tipos de exercícios recomendados

  1. Aeróbicos: Caminhada, corrida ou ciclismo ajudam na liberação de endorfinas.
  2. Ioga: Combina movimento com técnicas de respiração, promovendo relaxamento.
  3. Alongamento: Reduz tensões acumuladas no corpo.

Exemplo de impacto

Rafael, após um episódio de depressão leve, começou a correr diariamente. Em dois meses, notou uma melhora significativa em sua disposição e concentração.

Ao investir em saúde mental por meio do exercício, você reforça seu compromisso com o autocuidado.


Resumo

TópicoEstratégias PrincipaisExemplos Práticos
Identificando AnsiedadeAvaliar sintomas e buscar ajudaCaso de Joana e as provas
Melhorando a AutoestimaSubstituir autocríticas por elogiosCarlos e sua confiança no trabalho
Lidando com CrisesRespiração e aceitaçãoAna e as crises no trabalho
Atividades para Bem-EstarCaminhada, arte, voluntariadoMarcela e a dança
Exercícios FísicosCaminhadas diárias e iogaRafael e a corrida

Perguntas frequentes

  1. Como saber se minha ansiedade é grave?
    Observe a frequência, intensidade e impacto na rotina. Se persistirem, procure um psicólogo.
  2. O que fazer durante uma crise de pânico?
    Use técnicas de respiração e encontre um ponto de foco.
  3. Exercícios realmente ajudam?
    Sim, pois liberam neurotransmissores que promovem bem-estar.
  4. Como melhorar o sono quando ansioso?
    Estabeleça uma rotina e evite telas antes de dormir.
  5. Devo procurar ajuda profissional?
    Sim, se os sintomas forem persistentes ou impactarem sua vida.

Palavras finais

Quando não estamos bem, o primeiro passo é reconhecer a necessidade de mudança e agir com intenção. Seja adotando pequenas mudanças na rotina, buscando apoio profissional ou aprendendo novas técnicas, você está no caminho certo para superar o desconforto emocional.

Lembre-se de que não há problema em pedir ajuda. Consultar um psicólogo pode ser essencial para aprofundar o autoconhecimento e superar padrões que perpetuam o sofrimento. A saúde mental é um pilar fundamental para viver com propósito e bem-estar.

Está gostando do conteúdo? Dê o primeiro passo em direção ao seu bem-estar emocional

Por fim, cada técnica, por menor que pareça, é uma oportunidade de fortalecer sua resiliência e retomar o controle sobre sua vida. Afinal, não estou bem mas vou ficar é uma mensagem poderosa de esperança e ação.

Gostou do conteúdo? Compartilhe com seus amigos e ajude mais pessoas a entenderem a saúde emocional!

Borderline (44) Depoimentos (7) Narcisismo (299) Outros (244)


Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *